29 de outubro de 2014

Arrow

Oi galera! Sempre quis falar dessa série aqui no blog, e acho que esse é o momento certo, já que a terceira temporada estreou esse mês. Conheçam Arrow!


*O destino deixa sua marca.

Gênero: Drama/ Ação/ Fantasia/ Aventura
Criadores: Greg Berlanti/ Marc Guggenheim/ Andrew Kreisberg/ Mort Weisinger
Elenco: Stephen Amell/ Katie Cassidy/ Emily Bett Rickards/ David Ramsey/ Colin Donnell/ Willa Holland/ Colton Haynes/ John Barrowman/ Susanna Thompson/ Paul Blackthorne

O playboy mais famoso da DC Comics – e espero que o que Bruce Wayne não leia isso – está de volta! 

Arrow é uma série de televisão norte-americana de drama e fantasia, baseada no personagem fictício Arqueiro Verde, dos quadrinhos da DC. Estreou em 10 de outubro de 2012 na emisora "The CW".
A Trama conta a história do famoso playboy milionário de “Starling City", Oliver Queen, que é dado como morto após um grande naufrágio que matou todos a bordo, incluindo seu pai, Robert Queen, e Sara Lance, irmã mais nova de sua namorada Laurel Lance, com quem estava tendo um caso. Cinco anos depois, ele é resgatado em uma remota ilha do oceano pacífico, e finalmente encontra o fim desse torturante pesadelo. Ou pelo menos o que ele pensou que fosse o fim... 

Quando retorna para sua mansão em Starling, e encontra seus familiares e amigos, ele percebe que não foi o único que mudou. Oliver tenta reencontrar-se com a ex-namorada Laurel, mas devido as circunstâncias, ela o culpa pela morte da irmã.



Enquanto Oliver esconde a verdade sobre quem se tornou, ele tenta desesperadamente amarrar as pontas soltas de sua antiga vida.

Conforme se reconecta com as pessoas ao seu redor, e tenta reconstruir sua vida, Ollie, secretamente, se torna "O Vigilante", um justiceiro que luta contra os perigos da sociedade, mantendo a paz e restaurando a antiga glória da cidade.
Sempre acompanhado de John Diggle e Felicity Smoak, o Vigilante além dos vilões, precisa encarar a polícia, que sempre questionou seus métodos.


 “Meu nome é Oliver Queen.
Por cinco anos eu fiquei
preso em uma ilha com um único objetivo.
Sobreviver.
Agora eu vou realizar o desejo do meu pai ao morrer,
de usar a lista de nomes que ele me deixou,
e derrubar aqueles que estão envenenando minha cidade.
Para fazer isso...
Tenho que ser outra pessoa.
Tenho que ser... outra coisa."



Essa é uma série que só me surpreende, a acompanho desde a estreia, e posso dizer que a qualidade só melhora. Tentei não dar spoilers, pois a cada episódio descobrimos segredos dos personagens, e isso interfere muito na história. Ela é repleta de flashbacks, que ajudam o telespectador a conhecer mais o protagonista, e entender seus motivos.
Desde que estrou, Arrow vem mantendo uma ótima audiência. No momento, a The CW está transmitindo a terceira temporada da série. HOJE, vai ao ar o episódio 3x04 "The Magician".
Lembrando que no Brasil, Arrow é exibida pelo canal “Warner”.

Confiram o trailer:


  
SUPER recomendo!! ;)


Clique aqui para conhecer o spin-off: The Flash.

Plínio Mendes

26 de outubro de 2014

{Resenha #16} Se Eu Ficar - Gayle Forman

Oi galera! No mês passado fiz ótimas leituas, e uma delas foi Se Eu Ficar. Hoje vou falar um pouco sobre esse best-seller de Forman.



Editora: Novo Conceito
Nº de páginas: 224
Ano: 2014
Nota: 5/5


A última coisa de que Mia se lembra é a música.
Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música.
Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada.
Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera... e o seu amor luta para ficar perto dela.
Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois.
Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.                   
Se ela ficar...

Um garoto legal conhece uma menina linda na escola e eles se apaixonam. Mais um romance comum, certo? Errado!

A trama gira em torno de Mia, uma jovem musicista, guiada por seu amor pelo violoncelo, que sonha em ir para The Juilliard School. Ela é uma garota comum, que tem uma família incrível e uma amiga que a ama.
Quando Mia conhece Adam, um jovem popular e vocalista de uma banda emergente, a única coisa que os une é a música. Eles criam uma intensa relação que muda completamente a vida de ambos.

Tudo estava indo bem na vida da garota. Ela estava trilhando seu caminho para o sucesso, a banda de Adam estava crescendo cada vez mais. Sua relação com seus pais e com sua amiga, Kim, estava em perfeita harmonia. Até que um acidente muda tudo. 

"Não é incrível como a vida é uma coisa... e então, de repente, se torna outra?"

Acontece tudo muito rápido! Nas primeiras páginas do livro acompanhamos o acidente. Uma hora ela estava no carro com sua família indo visitar amigos, e na outra, no asfalto gelado da neve, olhando os corpos dos pais, do seu irmão, e seu próprio corpo estirados no chão. 
Mia presencia tudo como uma observadora externa: os paramédicos chegando e fazendo de tudo para reanimá-la. Acompanha a viagem até o hospital, a sua própria cirurgia, vê a si mesma entubada, lutando pela vida.

"Percebo agora que morrer é fácil. Viver é que é difícil."


Durante todo o livro percebemos uma dúvida que Mia deixa cada vez mais evidente: ela deve mesmo ficar? Partir não seria mais fácil?

"Às vezes você faz escolhas na vida, e às vezes as escolhas fazem você. Essa é a beleza das coisas."

O livro é repleto de flashbacks, e acho que isso torna a história mais dolorosa. A cada coisa que acontece com a protagonista no presente, ela relaciona com um momento vivido. 
O diferencial da história é essa linha do tempo que serve pra explicar o vínculo entre os personagens e dar mais emoção aos acontecimentos.
A relação de Mia com a sua família é delicada, e a autora explora isso de uma maneira muito interessante. 
Em meio a toda dor e todo sofrimento, ela precisa fazer sua escolha. Precisa decidir se vale a pena lutar pelo seu amor, ou se entregar à morte.

"Se eu ficar. Se eu viver. A escolha é minha."

Plínio Mendes

21 de outubro de 2014

{Resenha #15} Todo Dia - David Levithan

Oi galera!
Como seria sua vida se você acordasse cada dia em um corpo diferente? Essa foi a proposta feita por David Levithan no seu romance "Todo Dia".

  

Editora: Galera Record
Nº de páginas: 279
Ano: 2013
Nota: 5/5

Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

Nesta história acompanhamos a vida de A, um personagem intrigante e sem um sexo definido. Todos os dias A acorda no corpo de uma pessoa diferente, sempre foi assim. Ele não sabe explicar o motivo, simplesmente acontece. Quando eu digo "ele" é  porque é dessa maneira que o livro (tradução) apresenta o personagem num primeiro momento. O que não significa nada.
A única certeza na vida de A, é que ele irá acordar no corpo de um adolescente. Garoto, garota, rico, pobre, rebelde, certinho, saudável ou doente; A precisa de adaptar. Ele não tem pais, amigos, nem uma vida que possa se apegar. Mas isso nunca o incomodou muito, até ele conhecer Rhiannon.
Tinha tudo para ser um dia normal, ele não queria interferir na vida do corpo em que habitava, mas foi inevitável. 

"Uma coisa é se apaixonar. Outra é sentir alguém se apaixonando por você, e sentir-se responsável por esse amor."


A sabe que o amor é um privilégio pra alguém como ele. Sabe que manter uma relação acordando cada dia em um corpo diferente, em uma cidade diferente, é impossível. Mas ele decide arriscar, decide colocar o que sente por Rihannon acima de todos os obstáculos.

"Mas você pode saber de algo durante anos sem que isso realmente o atinja."

Eu me surpreendi muito com esse livro. É um YA diferente, com mensagens reflexivas e muito para se ler nas entrelinhas.
Durante toda a leitura fiquei me perguntando como o autor terminaria a história. Porque convenhamos, criar e finalizar um enredo em que o protagonista vive quarenta dias em quarenta corpos diferentes não é pra qualquer um.
A primeira obra do Levithan que li foi Will & Will, e por mais que eu não tenha gostado do personagem criado por ele, a escrita me agradou muito. O mesmo aconteceu em Todo Dia, a leitura fluiu perfeitamente bem, e foi difícil largar o livro.

Tenho que alertar que este não é um livro divertido. É uma história triste, e por mais que seja fantasiosa, nos mostra a vida real de uma maneira diferente. A realidade nua e crua de diversos jovens.
Eu queria falar do final, e dizer como achei genial e muito triste a saída que o autor encontrou pra trama, mas...

Enfim, fica a dica de um livro que merece ser lido e relido. Espero que gostem! ;)

Plínio Mendes

30 de setembro de 2014

True Blood

Oi galera! Então, eu assisti True Blood.
"This will hurt."

*Você não deve desejar o teu próximo.

Gênero: Drama/ Terror/ Fantasia/ Humor Negro
Criadores: Alan Ball/ Charlaine Harris
Elenco: Anna Paquin/ Stephen Moyer/ Alexander Skarsgård/ Sam Trammell/ Ryan Kwanten/ Rutina Wesley/ Chris Bauer/ Kristin Bauer...


Parece que o mundo resolveu falar dessa série nas últimas semanas. Depois de 7 temporadas, chega ao fim uma das maiores audiências da TV americana! 


True Blood é uma série de televisão norte-americana criada por Alan Ball, baseada na série de livros "The Southern Vampire Mysteries" da escritora Charlaine Harris. O programa foi exibido originalmente pela HBO, e foi ao ar pela primeira vez nos Estados Unidos no dia 7 de Setembro de 2008.
Numa nova era da evolução científica, os vampiros conseguiram deixar de ser monstros lendários para se tornarem cidadãos comuns. Essa mudança, que aconteceu repentinamente, deve-se a cientistas japoneses, que inventaram um sangue sintético (o True Blood, que da nome a série), fazendo com que os humanos deixassem de ser sua principal presa.
Mas é óbvio que as pessoas ainda não se sentem totalmente seguras convivendo lado a lado com toda a legião de vampiros que está saindo de seus caixões. Ao redor do mundo, cada um escolheu o seu lado, a favor ou contra essa revolução, mas em 'Bon Temps', uma pequena cidade fictícia localizada em Louisiana, as pessoas ainda estão formando a sua opinião. Talvez, tarde demais.


*Faça coisas ruins.


A série gira em torno de Sookie Stackhouse, uma garçonete telepata que não vê problemas na integração desses novos membros à sociedade, principalmente quando se trata de Bill Compton, um misterioso vampiro (e quando eu digo misterioso, é nível maníaco do parque, rs) de 173 anos de idade, por quem ela cria um certo interesse amoroso.
Mas ela pode vir a mudar de opinião, à medida que desvenda os mistérios que envolvem a chegada de Bill em sua cidade.

"Mergulhe no mundo obscuro desse drama envolvente, que saiu das mãos do mesmo criador de 'Six Feet Under'. Uma nova sociedade está se formando e cada um precisa escolher a sua posição dentro dela."

Confiram o trailer, com essa maravilhosa trilha sonora:


True Blood recebeu elogios da crítica e ganhou vários prêmios, incluindo um Globo de Ouro, um Emmy e quatro Satellite Awards.
Como a maioria das séries da HBO, esta gerou uma grande polêmica, por suas cenas excessivas de sexo explícito, violência, e é claro, sangue. Muito sangue!

Tenho que admitir que esperava mais do episódio piloto, infelizmente não superou minhas expectativas. Mas ainda tenho esperanças. Fiquei muito curioso, e pretendo terminar a série!
Então galera, fica a dica de um drama bizarro, e ao mesmo tempo engraçado. Melhor parar por aqui. rs

"Take one last bite."



Plínio Mendes

27 de setembro de 2014

{Resenha #14} Conte um Conto Vol. II - Jana Lauxen

Oi galera! Quanto tempo! rs
Hoje, finalmente, eu trago pra vocês a resenha do livro "Conte um Conto Vol. II", que é fruto de um projeto incrível.


Editora: Os Dez Melhores
Nº de páginas: 219
Ano: 2014
Nota: 5/5

O livro Conte um Conto Vol. II, organizado pela editora e escritora Jana Lauxen, dá sequência ao projeto Nascedouro da Editora Os Dez Melhores, e traz 63 contos, todos escritos por alunos do Colégio Estadual Sananduva/RS. Os textos foram produzidos durante uma oficina de criação literária, onde foi apresentada uma imagem aos autores e, a partir desta imagem, eles tiveram de escrever sua história. A ilustração que inspirou os textos foi cedida ao projeto pelo premiado ilustrador e quadrinista Mario Cau, sendo esta mesma imagem que integra a capa da obra.


"O mundo se divide basicamente em dois tipos de pessoas: as que fazem acontecer, independente das adversidades; e as que estão sempre esperando o momento certo para fazer acontecer – momento este que nunca chega, claro, por causa destas mesmas adversidades. Os 63 autores que compõem esta obra são estudantes do Colégio Estadual de Sananduva/RS; são jovens que, em sua maioria, nunca pensaram em publicar seus escritos em um livro. Porém, quando a oportunidade apareceu, não deram para trás; fizeram acontecer."

Assim que terminei de ler o livro, soube que seria um desafio resenhá-lo, por ser uma coletânea de contos (como o próprio título sugere). Mas acho que não foi um problema. Então vamos lá!

A obra foi publicada pelo selo Nascedouro, que é um projeto de apoio à literatura que leva até as escolas municipais e estaduais, além de ONGs e instituições, palestras e oficinas literárias. Sim, eu sei, é uma iniciativa sensacional.


63 contos. 63 jovens autores. 63 histórias emocionantes.



São contos escritos por jovens super criativos, que nos mostram de forma sutil, acontecimentos cotidianos. 
A leitura é cativante. A cada conto terminado a vontade de ler o próximo aumentava. As histórias, em sua grande maioria, apresentaram um tom melancólico que me conquistou.
Reli vários contos, e o mais interessante é que a cada leitura absorvia coisas diferentes.
A edição chama atenção, com uma capa bonita, e uma diagramação que proporciona uma melhor leitura.

Recomendadíssimo!!!

No Skoob

Então é isso gente, espero que tenham gostado. Até mais! ;)


Plínio Mendes